nov
26
Jundiaí (SP) – Fazenda Nossa Sra. da Conceição

Pra quem ainda não se situou, eu e minha família voltamos da Alemanha (Stuttgart) em junho deste ano e estamos morando no interior de SP, mais precisamente na cidade deliciosa de Jundiaí.

Estou apaixonada pela cidade e desde que chegamos estamos aos poucos descobrindo-a. Uma das descobertas mais deliciosas aconteceu graças à duas amigas que moram em “Sampa City” e já conheciam o que o interior tem “de bão”. Me convidaram para conhecer a “Fazenda Nossa Sra. da Conceição” que fica em Jundiaí, pertiiiiiinho de casa.

Esse dia foi muito especial, tanto pela visita deliciosa dessas duas super amigas, como pelo fato de ser a primeira vez que eu iria SOZINHA sair com amigas pra ficar fora a tarde TODA! Isso mesmo! Sem o Rafinha que ficou com o super-papai. Dia inesquecível: 19/09/2011. D

A despedida... snif...

O reencontro... ele(s) ainda me ama! hehehe

Agora voltando pra fazenda. A Fazenda Nossa Senhora da Conceição é um espaço delicioso pra passar o dia. Lá história, passado, lazer, natureza e culinária se misturam de forma harmoniosa, trazendo momentos tranquilos e ao mesmo tempo, dependendo da cia, divertidos. Nós 3 nos divertimos muito, tanto que o guia que nos levou pra conhecer o Museu do Café ganhou o dia com a gente de tanto que riu das palhaçadas. Na verdade, parecíamos crianças felizes e perguntadoras. Coitado do moço! Cada pergunta esquisita. D

Segue um trechinho retirado do site sobre sua história: “a fazenda tem sua história iniciada em 1810 quando ali se cultivava a cana-de-açúcar. Na década de 1860, período em que o café dominava as lavouras na província de São Paulo, a fazenda passou a ser muito conhecida. A produção de café na região foi a responsável direta pela construção da primeira ferrovia paulista – The São Paulo Railway Company – que ligava Jundiaí ao porto de Santos, entre 1856 e 1860. Em 1882 chegaram os primeiros imigrantes Italianos na fazenda. Motivados pelo clima da região, trouxeram consigo a cultura das vinhas.”

É um lugar repleto de natureza. Tem um lago cheio de patos esfomeados. Acho que os visitantes devem dar comida pra eles, porque é só ver a gente que vem pra cima. Sai pato!

O casarão é lindo, mas é uma pena que não tem nada pra ver lá dentro. Na verdade é que lá ainda moram os descentes do barão que morava por lá. Vida ruim desses descendentes, viu!? Morar numa fazenda dessas é o meu sonho! Maaas enquanto ainda é um sonho, permaneço fazendo poses esquisitas nas fazendas alheias. D

Lá tem um restaurante que também é um sonho… um sonho bem gordo. Sabe aquelas comidas de fazenda? Aqueles doces de fazenda? Aquelas cachaças de fazenda? Aquele clima gastronómico fazendal? Pois é, é exatamente TUDO isso que encontramos lá. Então se for almoçar por lá, prepare-se pra ficar HORAS. Aliás, neste dia nossa programação inicial era, inclusive, tomar café da manhã por lá, mas como as pessoinhas se atrasaram acabamos ficando só com o almoço mesmo. Enfim, comemos bem e falamos sem parar. E, no final, ainda encontramos um garçon chileno (era isso?) figuraça que queria ver a máquina da Gi e ai, de quebra, ganhamos uma sessão fotográfica dentro do restaurante. Parecíamos as celebridades da roça! D

Outro acervo interessante está no “Museu do Café”. Tem até uma mesa mostrando como acontecia a degustação para qualificar o café na época. Segundo o guia não mudou muito, ou seja, é colocar na boca, degustar e cuspir. Nheca! Fora o desperdício, né!? D

Uma das atrações da fazenda são duas senzalas, uma dos escravos que trabalhavam no cultivo de café e outra dos escravos que trabalhavam na casa. A mais impressionante foi a dos que trabalhavam dentro da casa. É tipo um buraco com chão de terra e uma altura máxima de, sei lá, 70cm. Os escravos entravam agachados e deviam permanecer lá ou deitados ou de joelhos. Na verdade, acho que eles preferiam continuar trabalhando do que ir dormir naquelas condições.

Um artefato super interessante que a gente viu por lá foi essa “máquina de múltiplos ferros” pra passar roupa. O guia explicou que colocava-se carvão no interior desse negócio e ai usava o primeiro ferro até a temperatura não ser mais a ideal pra passar e ai colocava-se este de volta no lugar pra aquecer de novo e pegava-se o próximo e assim ia. Imagina só as escravas passando aqueles vestidos cheios de “flu-flu” das madames da época. Afff… viva aos tecidos “auto-passáveis” do século XXI!!!

Mas acho que o mais apaixonante nesta fazenda (assim como nas fazendas antigas em geral) é justamente traços da sua história como a arquitetura consumida pelo tempo e as raízes de suas árvores e de sua história fortalecidas.

Uma fazenda repleta de histórias que com certeza deixaram saudades para muitos. Uma fazenda que agora faz parte também da nossa história, da história linda de uma amizade deliciosa que faz parte das nossas raízes. Amo vocês meninas! Agora só falta provarmos juntas o café da manhã e treinarmos mais a “pose manequim”. D



jan
10
FESTA – Ceia de Natal Alema 2009 (só para estrangeiros)

A Ceia de Natal aqui em casa esse ano aconteceu duas vezes, afinal festejar e comer nunca é demais, certo? A primeira foi uma ceia muito especial e romântica para dois: eu e o Rô (quem conhece a gente sabe que somos como Roberto Carlos e MaIra Rita…hahaha). Prato principal: bacalhau com batatas ao murro. Imperdível e delicioso! Fora a sobremesa: meu bolo alemao predileto que é um bolo de mexirica com um recheio dos deuses que eusinha mesma fiz. (((-:

Eu estava um pouco tristinha no comeco, pois teoricamente era para a minha irma ter passado com a gente esse dia, mas o Rô conseguiu elevar meu astral e me fazer perceber que nós, ainda que “apenas” 2, somos uma “grande” e amada família. Além disso, os recadinhos e emails de amigos(as) e famíliares me ajudou a parar de “chororô” e a enxergar as coisas como elas sao, sem ilusao. Pois é, o melhor pra se viver bem é saber viver com o que se tem bem. (((-:

Maaaas, voltando à ceia, como eu sou uma pessoa eternamente insatisfeita, resolvi promover mais uma Ceia de Natal no dia 05 de janeiro de 2010, dessa vez com a presenca ilustrissíma da minha irma (uma delas) e de mais dois doidos de plantao (e uma futura doidinha…rs) muito queridos. (((-:

Foi uma Ceia beeem alema e, por isso, quem dancou dessa vez foi o ganso. Hein? Pois é, o pato… ops… o ganso é a ave que vai pro bucho aqui no Natal Alemao e nós, como pessoas já adaptadas (acredita, vai!), decidimos fazer uma ceia de Natal perfeitamente alema. Bom, nao sei se vocês sabem mas Alemanha e Natal tem tuuuuudo a ver e o Natal aqui realmente é muito festejado e tem vááárias tradicoes. Uma delas é comer ganso, repolho roxo e kartoffelklösse (uma espécie de bola de massa de batata, cozida em água) na Ceia de Natal. Modéstia parte mandei beeeem demais para uma primeira tentativa, pelo menos foi o que as cobaias disseram. (((-:

A parte mais emocionante foi preparar o ganso, pois quando você lê a receita pensa: “Bico!”. Mas dá um trabalho da peste! Tem que ficar regando o bichinho o tempo todo! Mas o maior problema foi que quando eu comprei achei o bicho grande e pensei que dava até pra 10 comerem o bicho, mas quando fui servir percebi o quanto o ganso é raquítico em comparacao com o nosso peru de natal. Deve malhar muuuuuito! (((-: Entao atencao: para 5 pessoas um ganso nao dá, principalmente quando 3 sao bons de garfo, viu!? Ah! E também pode “chuchar” (procure o significado no dicionário mineiro…rs) sal dentro do bichinho, pois eu fiquei com medo de exagerar e pequei por menos. Mete bronca…ops… sal! Pra fazer segui esse videozinho em alemao: http://www.daskochrezept.de/weihnachtsgans/. Nao entende nada e quer ajuda? É só deixar um comentário e respondo assim que tiver um tempinho, ok!? (((-:

Ah! E tem também os biscoitos alemaes de Natal que, aliás, fazem parte das tradicoes da minha família paterna (de onde vem meu nobre sangue europeu azul…hahaha). Minha avó faz esses biscoitinhos todos os anos com o maior carinho e atencao e, principalmente por isso, decidi assumir a responsabilidade e dar continuidade à essa tradicao deliciosa de fazer (facim, facim) e mais ainda de comer. Comprei umas canetinhas pra fazer o enfeite dos biscoitos (nem preciso dizer que o Rô ajudou a enfeitar, né!? rs), mas a próxima batelada vou variar mais a cobertura, afinal esse ai foi o “projeto piloto”. Aliás, foi um sucesso e foi aprovadíssimo por nossa querida amiga alema que nos visitou no dia que fiz os biscoitinhos. (((-:

Enfim, fizemos de tudo esse ano. Tá, na verdade quase tudo, pois eu odeio o tal bolinho de batata e decidimos fazer batata assada mesmo. O repolho roxo fizemos também…o prato enfeitado, mas compramos pronto mesmo no mercado, afinal ninguém merece ficar cozinhando coisa que já existe pronta e gostosa, né!? (((-:

Tuuuuudo alemao, mas com um detalhe: nao tinha nenhum alemao pra aprovar/desaprovar a ceia, entao fica faltando uma crítica de peso dessa vez (ainda bem…rs).

As duas ceias foram inesquecíveis, pois só tivemos aqui pessoas queridas e uma energia maravilhosa pra comecar o ano acreditando que qualquer momento pode ser perfeito, basta ter as pessoas certas ao nosso lado e pra isso é preciso que nós mesmos estejamos bem e gratos com aquilo que temos. É aquela história: para atrair as borboletas para seu jardim, é preciso primeiro cuidar do jardim, caso contrário elas nao vao aparecer. (((-:

Dúvidas sobre receitas, ingredientes e etc? Deixa um recadinho ou espera que um dia eu ainda vou conseguir tempo pra escrever todas receitas alemas que ando aprendendo por essas bandas. Aliás, comeco a ficar preocupada se vou encontrar todos ingredientes que uso para fazer as receitas alemas no Brasil. )))-:



nov
22
VIVER NA ALEMANHA – Café "Mamãe & Papai & Bebê"

Esse post poderia ser sobre vários assuntos como, por ex.: cafeterias em Stuttgart com infra-estrutura para atender maes com criancas de colo, número de bebês estrangeiros na Alemanha, número de bebês do sexo feminino nos últimos anos (todas sao meninas na foto acima), tolerância e flexibilidade dos brasileiros, etc. Por isso decidi colocar um título onde eu possa escrever sobre tudo isso. (((-:

Organizei solidariamente e com muita alegria um encontro entre algumas amigas que tiveram bebê à pouco tempo (e tinha até uma vovó na turma), pois todas sao brasileiras e algumas nao se conheciam, enquanto outras só se viram uma vez aqui em casa e depois perderam o contato. Foi, pra mim, um evento muito especial, pois todas sao muito especiais e as conheci antes de serem maes. É mágico vê-las tao transformadas em tao pouco tempo, é delicioso vê-las tao maduras e competentes em algo que elas nunca viveram. Mas nesse mundo ninguém mais acredita em boas intencos, pois estando ali, percebi que alguns talvez chegaram a pensar que propus esse encontro para fazer uma graaaande revelacao, mas se enganaram bobinhos. (((-:  – Amigas/colegas que nao foram convidadas, nao fiquem chateadas, facam filhos ou organizem o próximo encontro e ai estao dentro. Viu como é fácil? (((-:

Decidimos tomar um café da manha (Frühstück) juntos em uma cafeteria em Stuttgart e é ai que comecou a parte emocionante da bagacinha. A princípio tínhamos combinado de ir só a mulherada e os bebês, mas depois algumas disseram que era melhor levar os maridos pra tomar conta das bebês. Vocês acreditam que isso aconteceu? Naaada. (((-: Enfim, no fim fomos todos (inclusive o Rô, que fugiu da foto pra nao se comprometer…hahaha), mas faltou um casal com uma menina linda que estava doentinha.

Sabe quando uma cafeteria aqui em Stuttgart deve ter recebido 11 adultos, 4 bebês e, nao podemos esquecer do principal, 4 carrinhos de bebês de uma só vez? Acredito que NUNCA. Sério! Procurei incansavelmente na internet cafés com infra-estrutura para isso (“Café mit Kinderbetreuung” ou “Kinderfreundliche Cafés”) e, no fim, decidi tentar a sorte mesmo em alguns que foram classificados como bons pelos internautas. Até encontrei um site com várias dicas nesse sentido, mas pela internet nao consegui muitas infos sobre tais cafés, entao achei melhor nao arriscar.

Decidimos ir no “Academie der schönsten Künste“, um café realmente muito agradável, com uma decoracao repleta de arte e dizem que o café da manha lá é divino. Eu já tinha ido lá uma vez com meu primeiro grupo no curso de alemao, mas nao lembrava (básico). Liguei lá e perguntei se precisava fazer reserva, eles disseram que nao. Disse que eram muitas pessoas, disseram que nao precisava reservar mesmo. Disse que iriam algumas criancas de colo e perguntei se eles tinham cadeira e trocador, disseram que tinham tudo e que nao precisava mais me preocupar. Depois disso me deixaram falando com o “tun-tun”, ou seja, desligaram de uma forma bem alema na minha cara. Esse era o sinal que eu, dessa vez, nao peguei. (((-: Eu e o Rô chegamos mais cedo pra garantir os lugares pra cambada, mas chegando lá o atendente quase surtou quando eu disse os números. Primeiro ele disse que eles nao tinham espaco pra tanta gente, só tinham uma cadeira pra bebê e nao tinham espaco pra colocar os carrinhos. Insisti, ele liberou, mas disse que se meus amigos demorassem muito pra chegar eu nao poderia segurar os lugares. Pois é, ele nao sabia que eram todos brasileiros, senao aposto que ele nem tinha me dado a chance de esperar. (((-: Esperamos até 10 minutos depois do combinado e decidimos pensar em um plano B. Tá, eu decidi buscar outra café e o Rô decidiu ficar bravo até o fim do dia. (((-:

Sai ligando pro povo que ainda estava a caminho (brasileiro é brasileiro em qualquer lugar, ou seja, nossos segundos no relógio sempre sao mais lentos que os dos alemaes…hahaha). Eu tinha pensado no restaurante que eu mais AMO em Stuttgart, o “Pilum“, pois sei que lá eles servem café e brunch. Sem sucesso, pois no sábado eles só abrem a partir das 17 horas e é no domingo o melhor dia para ir lá tomar um café da manha ou faturar um brunch. “Pech gehabt!” (Azar o nosso!). Uma das meninas propôs o “Wiener`s Kaffeebar” , mas azar de novo, nao tinha mais lugar livre, ou seja, lá precisávamos ter reservado. Logo depois ela me liga e diz que no ”Alte Kanzlei” tinha lugar suficiente pra tudo e pra todos. Mas logo em seguida me liga outra e diz que já está no “Grand Café Planie” e que já dominou váááárias mesas pra gente. Detalhe que esse Café é o café onde eu já fui mais de 30 vezes, pois fica colado na escola onde estudei alemao, mas nem tinha pensado nele. (((-:

Plano B efetuado com sucesso! Fomos todos para o novo lugar de encontro e foi simplesmente fantástico, MAS o Café, apesar de realmente ser bem espacoso, nao tinha cadeira para bebê (Kinderstuhl), nao tinha trocador de fraldas (como fala isso em alemao?) e também nao tinha espaco para colocar os carrinhos de bebê (Kinderwagen). No fim, como bons brasileiros que somos, demos um jeitinho e nenhum dos imprevistos se tornaram grandes problemas. Por isso, entre outras coisas, que amo ser brasileira! Tá bom, acho que somos tolerantes até demais, mas prefiro mil vezes ser assim do que ser como os alemaes, ou seja, tolerância e inflexibilidade normalmente tendendo a zero.

Lógico que causamos no lugar, afinal aquela cena por aqui nao é nada comum e brasileiros sao para os padroes alemaes MUITO barulhentos. E, pra piorar, ainda tinha um italiano e um alemao bagunceiro entre nós. Já viu a farra, né? Ficamos sendo o centro das atencoes, principalmente dos garcons que tinham que tomar cuidado pra nao tropecar nos carrinhos ou até mesmo nos brasileiros (tipo eu) que nao param quietos em um só lugar. Tinha horas que eu observava eles tontinhos, principalmente na hora dos pedidos. Sinto que se chegarmos lá de novo, eles vao dizer que todas as mesas já estao reservadas. (((-:

Mas e você: conhece algum Café com infra-estrutura para criancas de colo & cia? Se conhecer algum nao deixe de dizer pra gente, afinal maes nessa situacao sao tolerantes, mas merecem ter um lugar ao Sol também, né!? Morar em país com baixa taxa de natalidade é isso, ou seja, a infra-estrutura voltada para maes com bebês de colo é muito limitada e quando se chega nos lugares sente-se até mesmo discriminada. Sério! Se a crianca chora, perturba a paz local, afinal como aqui nao tem muita crianca, nao tem muita choradeira em lugares públicos também. Se a crianca caga (ah defecar é verbo de fresco e já passamos da fase de “fazer caca”, né!? hahaha), muitas vezes a mae tem que limpar no carrinho mesmo, pois nao é tao trivial achar trocadores nos estabelecimentos tipo restaurantes. Se você entra nos lugares com o carrinho, você sente sempre que está atrapalhando (e está…hahaha). Agora junta tudo isso com o fato de você ter muitas amigas na mesma situacao que você? Isso é uma “Katastrophe” aqui na Alemanha! Ninguém tem tantos filhos e muito menos tantos amigos assim por aqui. (((-:

Bom, nem preciso dizer que depois desse evento tive mais uma idéia de empreendimento, né!? (((-:

Depois de falar tanto em café, tenho que ir ali tomar um, afinal sou uma viciada. Mas antes de ir, quero saber: alguma sugestao de cafeteria amiga da criancada em Stuttgart e arredores? Diga pra gente!

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E no Brasil? Se fosse no Brasil com certeza eu nao ia fazer esse evento em uma cafeteria (afinal nem temos essa cultura – no Brasil o melhor café é aquele coado na hora em casa). Com certeza ia rolar é um belo e suculento rodízio em uma beeeeela e espacosa churrascaria. (((-:

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