jun
7
FESTA – De volta ao Brasil!

“Auf Wiedersehen Deutschland!” (Até a próxima vez Alemanha!)

Agora é pra valer, só não sei até quando. -D

Chegamos dia 28/05/2011 (sábado) e no domingo já fomos para nossa moradia temporária em Jundiaí (interior de SP). Voltamos com tudo, inclusive com filho!!! Pois é, o mundo mudou muito desde a nossa vinda pra cá. Quando viemos o “mundo era dos 2″ e agora, olha que fantástico, “o mundo é dos 3″!!! Uhúúú!!! Nós vamos dominar o mundo!!! -D

Estamos voltando com muitas bagagens pra poder caber tuuudo que adquirimos na Alemanha, menos o Rafinha (rs). Nelas estamos levando todas as sensações que vivemos, as experiências, as memórias, as saudades, as imagens, os sabores, as cores, os cheiros, as formas, os sons, os momentos inesquecíveis e únicos que vivemos durante nosso tempo por lá. Mas, sem dúvida, na maior bagagem levamos o sentimento de superação, de tarefa cumprida, de vitória. Sim, estamos voltando com o sentimento de termos ultrapassado a linha de chegada. -D

Se estamos felizes!? MUITOOOOOO!!! Mas também estamos sentindo uma certa confusão sobre nossos sentimentos. Hein!? Pois é. Estamos felizes por estarmos voltando para nosso país que, apesar de tudo o que há de ruim, AMAMOS muito e por isso sempre desejamos esse retorno. Principalmente porque estaremos, enfim, mais próximos dos nossos familiares e amigos. Mas, por outro lado, estamos um pouco tristes, pois aqui também fizemos amigos que deixaremos. A parte boa é que uma boa parte deles a gente vai poder aproveitar no Brasil, já que o povo resolveu voltar em peso. Oba! Mas, além disso, também acabamos nos adaptando e nos acostumando com algumas coisas que, admito, irão fazer falta. O bom é que sabemos que tudo aquilo que está nos impulsionando pra voltar irá compensar as coisas boas que deixamos lá. Afinal vivemos a maior parte das nossas vidas sem elas e sempre fomos muito felizes, certo!? -D

Eu, particularmente, só tenho um receio neste momento. Tenho receio de estar criando falsas expectativas no que diz respeito à familiares e amigos. É uma das coisas que mais me move para voltar, mas tenho medo de ao chegar perceber que ficou uma “lacuna” entre a gente. Principalmente em relação aos amigos. Tenho receio desse tempo fora ter nos afastado, de termos mudado tanto a ponto de não nos sentirmos mais assim tão próximos. Tenho receio de muitos se afastarem por colocarem a gente em um “pedestal” só porque moramos na europa durante alguns anos. Por isso, gostaria de mais uma vez dizer que mudamos sim, mas nossa essência, que é aquilo que nos aproximou algum dia, continua a mesma. Nossos valores continuam os mesmos e continuamos cultivando a simplicidade e humildade como base para nossa vida. Ter morado na europa foi uma ótima experiência, principalmente porque através desta experiência colocamos nossos “pezinhos” no chão e perdemos (se é que algum dia tivemos) aquele maravilhamento que quase todos brasileiros tem quando pensam em europa. Chique? Chique pra mim hoje é poder andar descalça na terra batida, é poder estar perto da família e dos amigos, é poder tomar água de coco geladinha direto do coco, é poder almoçar no domingo com a família fazendo barulho, é estar com amigos bebendo num bar sem conseguir terminar um único tópico por vez (isso quando, de fato, existe algum tópico…rs), é poder fazer guerrinha de mangueira, tomar banho de cachoeira, comer miojo cru no acampamento, apanhar manga do pé e arrancar uma linha da roupa para tirar os fiapos do meio dos dentes. Ser chique, pra mim e para minha família é ser simples.

Enfim, são apenas receios. Medo da frustração. Mas sei que faz parte e hoje sei que só ficarão aqueles amigos que ainda tem alguma “missão” a cumprir junto com a gente. Os outros serão sempre lembrados como bons amigos de outras fases, que participaram de outras “missões” e que foram importantes naquele período. É nisso que acredito hoje. Amigos não deixam de ser amigos jamais, eles simplesmente se fazem presentes em períodos e momentos específicos e, devem sempre ser lembrados com carinho e gratidão.

Em compensação não tenho receio quanto à nossa readaptação, mesmo tendo consciência de que sentiremos falta de algumas coisas, como já escrevi anteriormente. Sim, além de algumas pessoas que conhecemos aqui e que se tornaram muito especiais pra gente, também sentiremos falta de outras coisas como segurança, infra-estrutura, civilidade, organização, cerveja boa (apesar de “quente” rs), festas típicas tipo Oktoberfest, Biergartens, Cafeterias, estrangeiros pra todos os lados (o que nos fazia menos sozinhos…rs), dos parques, das videiras à 10min. de casa caminhando, de dizer que sou brasileira cheia de orgulho e simpatia (rs), dos preços (de quase TUDO), da qualidade dos produtos, do IKEA (uma loja gigaaaaante para comprar TUDO para casa), do Pilum (meu restaurante predileto com o meu garçom predileto…rs), do meu obstetra que é um fofo, do pediatra do Rafa que é um fofo e um gato (rs), das janelas e jardins decorados durante as festividades, da forma objetiva com que os alemães se comunicam e resolvem os problemas, das tortas, das saladas, das invenções alemães que facilitam nosso dia-a-dia, do Kebap (mesmo que já tenha em SP, duvido que é melhor e mais barato do que o daqui…rs), das estações do ano tão bem definidas, das folhas amareladas no outono, dos botões abrindo na primavera, da sensação da neve fazendo cócegas no nariz da gente, da posição geográfica que favoreceu e muito nossas viagens e por ai vai.

Pois é, estando aqui ou lá sempre iremos sentir falta de algo. O que estamos fazendo é escolhendo aquilo que é mais importante pra gente e, hoje, o mais importante para nós é estarmos perto dos nossos familiares e amigos em uma terra onde a gente sinta que “pertence”. Sabemos de todas dificuldades, afinal moramos mais de 25 anos de nossas vidas no Brasil e ambos já moraram na cidade mais caótica que é SP, então não estamos voltando com ilusões e nem falsas expectativas quanto ao que vamos encontrar no quesito “ordem e progresso”. Sabemos que ordem definitivamente não existe e progresso, bem este existe, mas sabemos que ele é leeeento.

Mas os problemas, definitivamente, não nos interessam, afinal não estamos voltando impulsionados pelo que há de pior, mas sim pelo que há de melhor no nosso país. Se tem? Opa! E se tem! O Brasil é calor, é amor, é alegria, é música, é folia, é natureza, é diversidade, é tolerância, é plural, é ritmo, é movimento, é dança, é tropical, é humano. O Brasil é nossa casa que sempre nos recebe de braços abertos para um abraço quente e apertado. E é isso que queremos: ser abraçados calorosamente pelo nosso país e seu povo. E esperamos contar com vocês pra isso. -D

É isso. Estamos voltando felizes, realizados e gratos à Deus por ter nos dado a oportunidade de viver esta fase das nossas vidas de forma tão intensa e feliz. O saldo é POSITIVO e isso é o mais importante. Não foi, pra mim, uma escolha fácil ter ido pra Alemanha. Não foi um processo fácil nos adaptar (principalmente pra mim). Mas conseguimos! Fizemos amigos (inclusive muitos alemães extremamente especiais), enriqueci meu currículo para aquilo que quero profissionalmente, o Rô adquiriu mais experiência internacional na área dele, amadurecemos muito, ampliamos nossos horizontes, revisamos alguns pontos de vista, mudamos nossos referenciais, fizemos o que mais amamos que é viajar muito, festejamos muito, bebemos muito, namoramos muito, tivemos o maior presente das nossas vidas aqui (o Rafinha!), VIVEMOS muito e é isso que vai ficar na nossa memória de Alemanha. Enfim, como diria o Robertão: “Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi”. -D

No momento temos tanta coisa pra resolver que nem dá tempo de relatar tudo como eu gostaria, mas em breve vou escrever um post sobre as primeiras impressões, sejam elas boas ou ruins. Além disso, pretendo em breve voltar a escrever mais no blog e sei que assunto não vai faltar. Pois é, parece que minha inspiração está voltando. É verdade! Estamos vivendo tantas situações estressantes ao mesmo tempo, mas pelo simples fato de estar aqui com “meus homens” me sinto TÃO FELIZ! Aaaaahhh!!! -D

Pra completar só falta encontrarmos um cantinho nosso e reencontrar todos nossos familiares e amigos com muuuita calma. Pois é. Essa é a parte boa de não estarmos por aqui de férias: temos tempo! -D



fev
8
ESTÁGIO NA ALEMANHA – Fechando um ciclo com sucesso

(ABRE PARENTESES) Sei, sei. Esse blog até parece que só sabe falar em coisas da Alemanha, né!? Enfim, sei que tem muito leitor esperando posts sobre viagens, inclusive aquelas que fiz, mas nao relatei AINDA. Muita calma nessas horas, pois em breve voltarei a focar mais nisso. Mas agora, bem agora o momento é um momento de fechamento de ciclos na minha vida aqui na Alemanha, logo é o que está em foco. Só que pra falar a verdade, até eu nao vejo a hora de voltar a falar de viagens e afins. Paciência que essa fase logo volta e já volta com um tripulante a mais se Deus quiser. -D (FECHA PARENTESES)

Meu último dia oficial no estágio aqui na Alemanha foi dia 31/1/2011, mas só hoje fui lá pra realmente “fechar o buteco”. É que meu chefe precisou de uns dias a mais para ler minha tese de mestrado e dar a nota final junto ao meu professor na Uni. Eu estava super ansiosa e, pra ser sincera, estava com medo da verdade. Sei lá, eu achava que o trabalho estava bom e também achava que durante os 6 meses que estive lá fiz o melhor que poderia ter feito, mas mesmo assim tinha uma pontinha de receio de que minhas impressoes nao fossem realistas. Pois bem. Cheguei lá hoje e fui super bem recebida pelo meu chefe. Sério! Ele foi super simpático (nem sempre ele é assim) e atencioso. Sentamos, ele pegou minha tese impressa, bateu com ela na mesa e me disse todo “espontâneo”: “Frau Engelmann, eu tenho que ser sincero com a senhora, achei sua tese muito boa mesmo!”. Fiquei sem ar. Sério! Eu nao conseguia acreditar que um alemao que sempre foi extremamente crítico e exigente me falou um negócio destes. Na hora eu nao sabia nem o que falar. Me senti uma atriz recebendo o oscar, saca!? -D

E isso foi só o comeco. O alemao deslanchou a me elogiar nao só sobre a forma como desenvolvi a tese, sobre o conteúdo e estrutura desta, mas também sobre meu trabalho, minha postura profissional, meu desempenho, meu trabalho com os colegas e assim por diante. Sabe o que é ouvir durante 20 minutos apenas coisas boas sobre você, tanto pessoais quanto profissionais? E mais, sabe o que é passar por isso fora do seu país com um chefe ALEMAO com pedigree? Pra quem nao sabe, eu falo: “HAMMER!!! SPITZE!!! SUPI!!! GEIL!!! KLASSE!!!” Sao expressoes que eles usam aqui para adjetivar coisas fantásticas. Enfim, tô nas nuvens. Nao tô acreditando ainda. Sério!

Agora, fazer um “flashback” é preciso, né!? Sim, porque pode ser que algumas pessoas achem que isso nem é tao super assim ou que tô ficando metida a besta (tá, já sou…rs). Mas eu explico rapidinho porque esse dia vai ficar pra sempre na minha memória. Estou há quase 4 anos na Alemanha e passei todo esse tempo pastando pra provar pra mim e pra todos alemaes que eu nao sou qualquer uma. Pra provar que eu podia sim competir com eles em pé de igualdade, mesmo nao tendo nascido em um país desenvolvido, mesmo nao tendo estudado na melhor universidade do meu país, mesmo nao tendo uma condicao financeira que pudesse sustentar meu desenvolvimento em línguas ou em qualquer outra habilidade “extra”, mesmo eu sendo brasileira, mesmo eu sendo estrangeira. Cheguei sem falar nada de alemao, meu inglês falado e escrito era muito meia-boca e, pra complicar, tinha decidido sair da engenharia química para cair de cabeca na área de comunicacao, mais especificamente em marketing. Se pesquisarem no blog vao encontrar posts falando de todos os perrengues que passei, de todas as coisas que fui conquistando bem devagar e sempre com muito sofrimento. Enfim, sabendo disso talvez entendam que o dia de hoje é sim um dia único pra mim. Durante minha conversa com meu chefe todas as frases que ouvi dele chegavam no meu ouvido como “SIM, VALEU A PENA! VOCÊ CONSEGUIU! VOCÊ VENCEU!”. Juro! Chegou uma hora que eu nao estava mais ouvindo, pois eu só pensava em tudo que passei pra chegar até aquela situacao. Só pensava em sair dali e ligar pro Rô pra poder dividir aquela alegria, pois ele, melhor do que ninguém, sabe o que estou sentindo agora. Aliás, sem ele tudo teria sido muito mais difícil e ele sabe disso.

Por isso eu sempre digo para todas as pessoas que enfrentam grandes desafios: SEMPRE VALE A PENA!!! Sim, demora pra gente ter essa certeza. Demora pra gente poder afirmar isso com conviccao como estou fazendo agora, mas essa hora chega e nao há nada nesse mundo que diminua o valor da sua conquista. Aliás, nao há nada nesse mundo que te dê mais alegria do que dias como o dia de hoje pra mim. Dias onde olhar pra trás é preciso. Dias onde olhando pra frente reconheco um horizonte infinito e repleto de novas conquistas e desafios deliciosos. Dias onde você entende que pra viver é preciso arriscar, é preciso sofrer, é preciso buscar, é preciso fazer tudo isso acreditando que no final você pode nao chegar onde queria, mas com certeza vai chegar onde tem que estar.

PS: o estágio foi maravilhoso, a equipe foi fantástica (detalhe, TODOS eram alemaes no meu dpto.), recebi uma nota fantástica pela minha tese, vou receber o equivalente à um salário de bônus pelo meu desempenho e ainda recebi sinal verde pra contatar meu chefe quando estiver no Brasil para pleitear uma vaga na filial do Brasil. Aliás, nessa parte ele frisou bem que os maiores interessados sao eles. Me beliiiiiscaaaa!!! Enfim, só é uma pena que nao posso encher a cara pra comemorar, pois HOJE REALMENTE MERECIA!!! -D



jan
25
Culinária brasileira na Alemanha – Parte 1: Produtos e ingredientes

Revisoes do post: 1a Edicao: 18/8/2008; 2a Edicao: 25/1/2011 (itens revisados em azul)

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Comeco aqui um série que vai ajudar (espero) à todos(as) brasileiros(as) que moram na Alemanha a preparar comidas, salgadinhos, docinhos e caipirinha. Lógico que, de quebra, também pode ajudar quem mora no Brasil e isso é mais um motivo pra eu iniciar essa série de posts. -D

Nao sou muito de comer, mas, pasmem, adoro cozinhar e, principalmente, adoro receitas que desafiam minha paciência e que me obrigam a ser também flexível e criativa, pois MUITAS vezes, por mais que se siga receitas, dá errado. E é nessas horas que é preciso conhecer a funcao de cada ingrediente e ai sim é possível salvar QUASE todas receitas. (((-:

Na Alemanha (e talvez em muitos outros países) a barreira é maior ainda, pois nossas culinárias típicas sao diferentes e eles simplesmente nao usam muitos dos ingredientes que usamos. Ai o negócio é ou substituir por algo “próximo” ou comecar a vasculhar lojinhas de produtos asiáticos, árabes, portugueses, espanhóis e africanos. Dificilmente nao vai encontrar uma “saída” para realizar seu desejo gastronômico. -D

Antes de falar onde encontrar os ingredientes, seguem alguns enderecos úteis na regiao de Stuttgart e redondezas:

1) Loja Portuguesa: http://www.prendes.de/ (Guaraná Antarctica, feijao, peixe fresco) e “Madeira Joaquim Portugiesiche Weine und andere Spezialitäten” na Hohenheimer Str. 42, 70184, Stuttgart, Tel.(0)711 4704495. Essa loja fica em frente a estacao de U-Bahn Dobelstrasse (nessa tem mais produtos do Brasil, como goiabada, polvilho doce e caldo Knorr).

2) Acougue mais barato (Waiblingen): http://www.kuebler-online.de/ (Picanha)

3) Mercadinho Turco: Bad Cannstatt, no túnel que sai do lado da Kaufhof pra ir pro outro lado (Carré). É uma lojinha bem pequena (requeijao)

Nessa primeira parte vou apenas passar onde encontrar uma lista de produtos tipicos brasileiros e também o nome em alemao de alguns que você poderá encontrar em qualquer supermercado. Vamos lá:

1 – Queijo catupiry: esse nao existe mesmo, mas existe uma receita para faze-lo a partir de outros queijos: 2 potes de queijo Philadelphia Cream Cheeese(sem sabor ou tempero) e 1 queijo Munster suave (Münsterkäse mild) de 500g. // Em fogo baixo,derreta os dois queijos juntos,misturando até ficar bem uniforme.Retire do fogo e coloque em potes (preferência vidro)deixe esfriar sem tampar. Quando estiver frio tampe os vidros e guarde na geladeira.

2 – Banha (de porco): em qualquer supermercado na geladeira, normalmente em potes, tem com e sem cebolas ou torresmos. Nome alemao: SCHMALZ.

3 - Gordura vegetal: em qualquer supermercado no dpto onde tem margarina e sao vendidas em barra. Nome alemao: Fritierfett marcas Palmin (feita de côco) ou Biskin (vegetal).

4 – Farinha de rosca: em qualquer supermercado. Nome alemao: PANIERMEHL.

5 – Farinha de milho: em qualquer supermercado. Nome alemao: MAISMEHL.

6 – Maizena: em qualquer supermercado no dpto de farinhas e arroz. Nome alemao: MONDAMIN ou voce pode comprar como KARTOFFELMEHL.

7 – Polvilho: lojas portuguesas ou asiáticas. 

8 – Farinha de tapioca: lojas africanas. Nome alemao: TAPIOC MEHL.

9 – Leite Condensado: em qualquer supermercado. Nome alemao: MILCH MÄDCHEN (Nestlê).

10 – Cachaca Pitu: em qualquer supermercado, mas é mais cara do que uísque aqui!

11 – Creme de Leite (sem soro): em qualquer supermercado. Nome alemao: SCHMAND (também é conhecido pelo nome MASCARPANE). Opcional tem o “Creme Fraichê”.

12 – Creme de Leite (com soro): em qualquer supermercado. Nome alemao: SCHLAGSCHNE (é bem molengo).

13 – Mandioca: lojas africanas. Nome alemao: CASSAWA.

14 – Salsinha: em qualquer supermercado. Nome alemao: PETERSILIE.

15 – Cebolinha: em qualquer supermercado. Nome alemao: SCHITTLAUCH.

16 - Guaraná Antarctica: lojas portuguesas. Nome alemao: nao tem.

17 – Forminhas para docinhos: loja de dpto grande como a Kaufhof. Nome alemao: PRALINENFÖRMCHEN.

18 – Trigo para Kibe: loja de produtos árabes. Nome alemao: BULGUR (Fein).

18 – Hortela: só encontrei como tempero desidratado em loja de produtos árabes também. Nome alemao: MINTZ.

20 - Fermento para bolo: em qualquer supermercado. Quando você compra vem vários pacotinhos individuais, sendo que a quantidade desses pacotinhos é suficiente para até 500g de farinha de trigo. Nome alemao: BACKPULVER.

21 - Fermento para paes e massas: informacoes idem ao fermento para bolo. Nome alemao: TROCKENBACKHEFE.

22 – Miojo: em qualquer supermercado. Nome alemao: INSTANT NUDEL SNACK.

23 – Caldo Knorr (galinha): em qualquer supermercado. Nome alemao: FETTE BRÜHE. Obs.: esse na verdade nao é igual ao nosso, mas dá pra substituir. Igual ao nosso tem na loja Portuguesa. -D

24 – Achocolatado (sem acucar): em qualquer supermercado. Nome alemao: KAKAU.

25 – Leite de coco: lojas africanas (tem em alguns supermercados normais também). Nome alemao: KOKOSMILCH.

26 – Feijao marrom e preto: em lojas portuguesas. Nome alemao: BONHEN.

27- Requeijao: lojas de produtos turcos

28-Picanha: Tafelspitzen

29-Couve: igual a brasileira nao existe, mas pode substituir por Kohlrabi-, Blumenkohlblätter ou Wirsingkohl. Já vi também algo parecido em mercados turcos, mas na época nao conferi se era mesmo.

É isso ai! Assim que alguém for me perguntando e assim que eu for sentindo falta de alguma coisa, vou incluindo nessa lista, ok!? Mas acredito que o mais essencial está ai! -D

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