Irlanda

IRLANDA: um amor antigo e eterno

Antes de sonhar em começar a viajar para o exterior, já sonhava com a Irlanda. Não sei explicar. Não lembro de onde venho esse amor, essa ligação, só sei que sempre amei a Irlanda e tudo que estivesse relacionado à ela. Devo ter visto aqueles campos verdes sem fim com florzinhas miúdas em algum lugar e aquilo me deu a sensação de liberdade que eu preciso pra viver. Devo ter relacionado a gaita após ouvir em algum momento alguma música irlandesa marcante. Não tenho certeza da origem desse sentimento, mas hoje eu sei que tudo o que eu esperava encontrar lá, encontrei. Na verdade, encontrei muito mais do que sonhava. E é isso me deixou ainda mais apaixonada e decidida a voltar com mais tempo. Deus permita. De verdade.

Não conheci Dublin, mas meu marido esteve lá com um amigo. Minha decisão de não ir foi baseada em conversas que tive com o Rô (que já conhecia) e outras pessoas que me conhecem e sabiam que a “minha Irlanda” não estaria em Dublin, mas sim no oeste da Irlanda. Um lugar que, como citado em uma revista Lonely Planet, “graças ao seu atraso econômico e suas paisagens rupestres é uma espécie de utopia rural livre de contaminações modernas, onde a língua oficial ainda é o gaélico nas zonas mais rurais e onde se vive segundo o estilo de vida que preconizavam os fundadores da República da Irlanda”. E, sim, era justamente este lugar que eu buscava e é pra lá que fomos e para onde voltaremos com a cria um dia. For sure!

Na nossa viagem partimos da Alemanha (onde morava na época – 2010) e chegamos no aeroporto de Kerry. Exploramos a região e seguimos para a Península de Dingle (FOFAAA!), depois fomos para o norte em direção aos Cliffs de Moher (SURREAL!) e dormimos em Doolin. Depois seguimos mais ao norte e ficamos em Galway, passando pelo Parque Nacional de Burren (ROOTS!). De Galway fomos um pouquinho mais ao norte para para a região MARAVILHOSA de Connemara (onde dizem que fica o lugar onde os protagonistas de PS I love You se encontraram pela primeira vez). Voltamos para o sul e ficamos em Killarney, onde exploramos um pouco a região. Então passeamos no Ring of Kerry que mesmo coberto de neblina deixa a gente com cara de “ó”.

Tudo isso fizemos de carro, que é, sem dúvida, a melhor forma de conhecer este país. Os lugares mais incríveis, mais escondidos, mais inesquecíveis estarão no caminho que percorrer de carro e poderá parar, contemplar, caminhar, respirar a Irlanda com tempo e carinho. Ela merece! Você merece! Com um GPS dá tudo certo e os irlandeses da região são sensacionais e sempre estarão ali para te oferecer ajuda e uma Guinness. Apesar que eu prefiro (e AMO!) a Kilkenny. P

Como já faz muito tempo que fomos e desde então eu não tive (de verdade) tempo para escrever um post como eu gostaria, vou deixar as imagens traduzirem qualquer narrativa. Aliás, pra ser sincera, pela primeira vez tudo que escrevo parece insuficiente para descrever o que vi, o que senti e o que vivi. Não vou dizer onde cada foto foi tirada, pois prefiro deixar a Irlanda surpreender vocês como fez conosco. Viajar é preciso, mas deixar-se surpreender também é. D

Irlanda é música. Irlanda é cerveja. Irlanda é humana. Irlanda é inspiração. Irlanda é dança. Irlanda é vaquinhas e ovelhinhas. Irlanda é onde praia, montanha, grama e animais se encontram em uma mesma paisagem.Irlanda é vida. Irlanda é o equilíbrio entre o homem e a natureza. Irlanda é acolhedora.  Irlanda foi o primeiro país fora de casa onde estivemos nós 3 juntos: eu, o Rô e o embrião do Rafinha (rs). Na Irlanda tudo é mais “slow motion”, pois segundo eles quando Deus fez o tempo, o fez de sobra, então eles usam este sem pressa. Irlanda é isso tudo: tudo de bom! Bem, pelo menos a “minha Irlanda” é. Cheers!

*** VEJA CADA BLOCO DE 15 FOTOS POR VEZ ***

- Para navegar nessa galeria é meio chatinho, mas vale a pena! A cada página 15 fotos são mostradas. Depois de visualizar um bloco, a página vai atualizar e te mandar lá pro começo do post de novo, mas ai é só descer até a galeria que lá estarão as próximas 15 fotos. Vou tentar melhorar isso depois, mas agora é o melhor que “tá tendo”. D -

 

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