Desabafo

MATERNIDADE – Relato do PÓS-Parto

Depois que a operacao terminou me colocaram em uma maca para me transportar para a sala de pós-operatório, onde eu ficaria por mais umas 3 horas sendo acompanhada pelos médicos para ver meu quadro clínico, principalmente a volta dos movimentos da cintura pra baixo.

Após algum tempo nesta sala, chegou uma enfermeira, o Rô e o nosso príncipe, o Rafinha. O Rô falou para ela que eu gostaria de amamentar e ela veio entao para me ajudar na “primeira mamada” do Rafa. Inesquecível! Existem mulheres que dizem que sentiram dor ou incômodo, eu senti um prazer delicioso e único! O nosso primeiro “olho no olho” depois de nove meses esperando ansiosamente por isso. Um sentimento de interdependência, de zelo, de carinho, de gratidao, de amor. O leite materno é o nosso amor de mae dado em gotas. Um momento nosso e uma bencao incrível em poder amamentar nossa “cria”. Sim, uma bencao, principalmente porque muitas mulheres que passam por uma cesárea nao produzem leite logo em seguida e outras mulheres sofrem por nao terem leite mesmo. Por isso, naquele momento agradeci muito a Deus por poder amamentar e pelo Rafa poder e querer mamar. E que apetite! :-D

Depois da mamada, o Rô levou o Rafinha para os nossos aposentos para que eu pudesse, enfim e feliz, dormir. Gracas a Deus conseguimos um quarto individual. A diferenca ruim é que temos que pagar diária pelo “luxo”, mas a diferenca boa e decisiva é que podemos nos sentir muito mais à vontade e que também nao precisamos acordar com choro do filho alheio ou com o barulho das visitas alheias. :-D

Cheguei no quarto e, agora bem desperta, me dei conta da dura rotina que iria comecar. Nao, nao estou falando da rotina de mae de recém-nascido. Estou falando da rotina de quem acabou de sair de uma cirurgia. A primeira situacao que fez minha ficha cair foi quando as enfermeiras foram me transportar da maca para a cama. Nunca tinha me imaginado em uma situacao onde pudesse me sentir tao impotente e dependente. Mas o pior mesmo foi quando percebi que nao conseguia segurar o Rafinha no colo sem sentir dor. Sentar entao nem se fala. Levantar? Só fui saber o que era isso no 3-4° dia. No 3° dia foi minha primeira tentativa junto com a enfermeira, mas minha pressao caiu absurdamente, comecei a ver tudo escurecendo e fui transportada do banheiro até a cama de cadeira de rodas às pressas. Imagina meu desespero! Depois que o horário de visitas acabava e o Rô e minha mae iam embora era pior ainda. Toda hora, para tudo, tinha que chamar uma enfermeira para me ajudar. O que mais me doia é quando o Rafa regorgitava ou chorava desesperado ao meu lado e eu simplesmente nao conseguia agir e pegá-lo. Tinha que chamar a enfermeira e esperar, afinal elas estavam ali pra ajudar todas as maes hospedadas. O pior foi uma noite que ele vomitou e eu, no desespero, virei para pegá-lo sem nem lembrar de pontos ou o que quer que seja. Foi uma dor absurda e a sensacao de algo queimando na regiao dos pontos. Levantei ele e fiquei segurando ele de pezinho até a enfermeira chegar. Ela deve ter demorado uns 3 minutos e quando me viu segurando ele, me parabenizou porque tinha agido da forma correta mantendo ele ereto. Detalhe que ela nem deve ter se perguntado como que eu tinha conseguido pegá-lo se até entao sempre precisei dela pra isso. Outra situacao que me deixou desesperada pela minha impossibilidade de andar foi um dia que a enfermeira pegou o Rafa para trocar a fralda e voltou só depois de quase meia hora. Eu quase SURTEI! Sim, porque geralmente elas demoravam no máx. 10min. Quando passou de 15min. meu coracao comecou a querer sair pela boca, comecei a chorar e orar e a pensar que ela podia ter sequestrado ele. Por muito pouco nao sai andando, mesmo sabendo dos riscos. Mas entao ela voltou com ele todo limpinho e de roupinha nova. Foi entao que entendi a demora, mas avisa pô (rs)! Ah sim!  Importante ressaltar que aqui você tem a opcao de ficar com seu filho 24hs por dia e eu fiz esta opcao. Nao é uma opcao fácil, afinal toda hora eu tinha que chamar alguma enfermeira pra, inclusive, conseguir pegar ele, mesmo ele estando do meu lado grudadinho, mas a partir do primeiro momento que estive com ele nao consiguia mais me imaginar sem e nao tive dúvida em optar pela “maternidade integral”. :-D

Decidimos nao receber visitas no hospital. Primeiro porque eu nao me sentia preparada para receber visitas estando ainda me recuperando de uma cirurgia e segundo porque achamos importante ter uma semana para “nos conhecermos” melhor e para nos acostumarmos com a rotina também. Foi uma decisao ótima e parece que todos nossos amigos e colegas compreenderam e respeitaram nossa opcao. E, tem mais, eu nao podia RIR! Se tivesse recebido nossos amigos, com certeza meus pontos tinham estourado (rs). Já com o Rô e com minha mae eu tinha que fazer um esforco absurdo pra nao rir das palhacadas dos dois. Imagina! Eu, Maira, sem poder rir! Além disso, na maternidade tinha uma rotina diária de visitas, exames e remédios que também tornava inviável ficar recebendo visitas.  Eu acordava, recebia nos primeiros dias meu café da manha no quarto acompanhado de uma caixinha com 4 comprimidos para tomar nos 4 períodos do dia pra diminuir a dor do pós-operatório. Além deste remédio, tomava outro contra gases (eu tava igual uma panela de pressao…rs) e todo dia de manha e à noite tomava uma injecao na coxa contra trombose. Quando estava na hora de amamentar, chamava a enfermeira, ela vinha, pegava o Rafa para trocá-lo primeiro no fraldário e depois trazia ele para mamar e me ajudava a encontrar a melhor posicao. Além disso, as enfermeiras também vinham trazer meu almoco, jantar e ficavam repondo meu chá de erva cidreira em uma garrafa térmica. Segundo elas, este chá me ajudaria a eliminar os gases e também ajudaria na producao do leite materno. Se funciona como dizem, nao sei, mas viciei e agora tomo muuuuito chá de erva cidreira todo dia também em casa. As refeicoes dos primeiros dias eram definidas por eles e me traziam no quarto. A partir do 3° dia eu é que escolhia o que queria comer através de um cardápio que me entregaram no primeiro dia. Além disso, depois que consegui comecar a andar sozinha, podia ir fazer minhas refeicoes utilizando o sistema de buffet que tinha em uma cantina que ficava pertinho do meu quarto. Essa cantina ficava aberta todos os dias até as 19:30hs da noite e lá tinha frutas e bebidas “for free” que eu podia pegar o dia todo. Fiiino! :-D

Mas, voltando à rotina hospitalar teve uma parte bem trash. Umas 3-4 vezes por dia vinha alguma enfermeira fazer a troca da minha “fralda” (um modes gigaaaante) e esvaziar a sonda. Depois vinha a hora de me dopar com remédios direto na veia. Aliás, isso era outra coisa que me incomodou horrores: aquele cateter que eles botam na parte superior da nossa mao e que tudo que querem injetar ou tirar da gente fazem atraves dele. Sei, sei. Melhor um buraco que sirva pra tudo do que um buraco para cada aplicacao. Mas mesmo assim nao deixa de ser incômodo. Toda hora ficava preocupada em enganchar aquele trem no edredon ou na roupa do Rafinha mesmo. Todos os dias rolava a apalpacao também, mas dessa vez só na minha barriga mesmo (rs). Todo dia eles apertavam meu umbigo e olhavam os pontos do corte da cesárea pra ver se estava tudo em ordem. E, gracas à Deus, sempre estava tudo “dentro dos conformes”. Outra coisa que me incomodou muito, mas que era um mal necessário, foi aquela meia que pressionou até meu espírito. A bicha é tao apertada, mas tao apertada que pra colocar eu tinha que deitar e as enfermeiras usavam um acessório de metal pra conseguir colocá-la. Sinixxxtro! Ainda bem que só tive que usá-la até o último dia que estive no hospital. Foi um alívio tirar aquilo.

Agora o dia mais feliz mesmo foi o dia que elas tiraram aquela sonda e eu consegui, andando, ir ao banheiro sozinha. Sozinha!!! Naquele momento tive a sensacao de ter nascido de novo e adquirido mais uma vez uma capacidade que nao tinha. Nao me lembro de ter ficado tao feliz e grata antes deste dia em ter pernas e conseguir andar! Conseguir ir ao banheiro sozinha! Foi uma conquista, podem acreditar. Sim, porque nao foi fácil conseguir. No dia anterior tinha conseguido com a ajuda de uma enfermeira muito fofa e paciente. Dessa vez ela fez tudo muito mais lento e antes que eu me levantasse 100% usou um vasodilatador nas minhas costas e ficou massageando. Depois levantei bem devagar e senti como se tivesse uma bigorna na minha barriga de tanto peso que senti na regiao do corte. Lógico que ao levantar tive que “segurar” a barriga com as duas maos bem na altura do corte para dar suporte e tentar diminuir a dor, mas mesmo assim: doeu pra cacete! Me arrepia só de lembrar. No outro dia decidi tentar sozinha e só Deus sabe a dor que senti ao levantar da cama. Por sorte, tinha uma haste pendurada na cama que me ajudava a me movimentar quando eu me “pendurava” nela. Sei que toda vez que eu decidia ir ao banheiro, rezava antes porque sabia a dor que ia sentir. Aos poucos a dor foi ficando menos intensa e logo consegui, inclusive, tomar banho sozinha. A única coisa que nao conseguia era pegar algo no chao.

Depois de quase uma semana na maternidade, enfim fomos pra casa. Parecia um sonho, apesar de dar um certo medo, afinal dali pra frente era com a gente e nao teríamos mais especialistas de plantao pra ajudar. Mas um dia isso ia acontecer e estávamos preparados e felizes. Me arrumei, arrumei o Rafinha com a primeira roupinha dele, o Rô arrumou o assento dele no carro e lá fomos nós comecar uma nova etapa juntos na nossa casinha.

Ao sair da maternidade fomos primeiro agradecer uma das enfermeiras que estava lá, afinal TODA a equipe foi fantástica. Todas enfermeiras, médicos e cia foram extremamente atenciosos, carinhosos e compreensivos. Enfim, fizeram de tudo para que saíssemos de lá como saímos: felizes!

Foi assim. Sei que o relato tá meio confuso, mas entendam: demorei UMA SEMANA pra conseguir reunir as infos que ainda lembrava. Viva aos intervalos entre as mamadas! :-D

A intencao principal deste post é mostrar que a cesárea é sim uma opcao válida, mas nao é a melhor opcao quando se pode dar à luz naturalmente. É um procedimento agressivo e nao ideal tanto para a mae, quanto para o bebê. A recuperacao é mais lenta, as limitacoes pós-parto sao maiores e a chance do bebê ter problemas respiratórios é muito maior quando ele nao nasce pelas vias naturais. O fato do parto normal ser a melhor opcao é algo óbvio, uma vez que é um procedimento NATURAL, mas infelizmente muitas mulheres ignoram este fato e optam pela cesárea sem ponderar o que é MELHOR. Enfim, poderia escrever um livro sobre este tema, mas acho que minha experiência já resume tudo.

Só espero poder conseguir ter um parto normal na próxima tentativa, o que, ao contrário do que muitas mulheres afirmam, é SIM POSSÍVEL para uma mulher que teve uma cesárea anteriormente. Isso depende dos motivos que levaram à cesárea e também ao tempo entre um parto e outro, depende das dimensoes da crianca, depende de como meus músculos se recuperaram e etc. E, uma vez que existe a possibilidade, é com ela que vou contar e é nela que vou investir. E seja, mais uma vez, o que Deus quiser! O mais importante será sempre que no final todos tenham saúde e felicidade. :-D

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13 Comentários para "MATERNIDADE – Relato do PÓS-Parto"

  1. Marta disse:

    Muito bem, Maira! Clara e transparente, é muito importante seu relato porque o que mais se vê nos fóruns abertos de mulheres grávidas no Br, tipo do BabyCenter, é gente garantindo que “cesárea é super tranquilo, doeu um pouco e só”. Claro que dor deve variar de pessoa para pessoa, mas não dá mesmo para imaginar uma cirurgia tão grande ser assim tão tranquila.Lamento muito vc ter passado por isso, mas vejo que passou com muita coragem e firmeza, com sempre. bjs!

    • Maira disse:

      @Marta: pois é… nesses fóruns tem de tudo, afinal cada um defende aquilo que acredita da forma como pode, né!? Por isso sempre me informo em sites oficiais e ignoro um pouco tais “depoimentos”. Obrigada pelo carinho e pelo apoio sempre!!! Bjks!

  2. Liza disse:

    Ma, no meu caso foi totalmente diferente. O Miguel sentou no quinto mês da gravidez e nao me deu outra opcao de parto. Nem os médicos da Alemanha, nem os do Brasil me indicavam um parto normal. A cirurgia foi super tranquila e a recuperacao também. No primeiro dia, já levantei sozinha da cama para ir ao banheiro e para pegar o Miguel no bercinho do lado da cama, já que minha ajudante (sogra) dormia de roncar. rs Nao me lembro de sentir dores fortes e se fosse olhar por esse lado optaria novamente pela cesária. Morro de medo das dores do parto normal, inclusive só vou optar por um (se o Davi nao se sentar também), por que quero voltar para casa antes para cuidar do Miguel e vou querer a peridural. Nao sei se sou medrosa, fraca, mas acho que o parto deve ser bom para o filho e para a mae e a gente tem que se sentir segura e feliz para esse momento especial. Cada mulher descobre o seu jeito e decide o que é melhor para ela e o filho; nao acho que a cesária seja ruim, nem boa. É uma das opcoes de colocar seu filhote no mundo. Tem prós e contras, como o parto normal também. Como voce disse, o mais importante é que no final dê tudo certo e a gente receba em nossos bracos os nossos filhotinhos cheios de energia, saúdaveis e felizes. O resto é só o resto. :)
    Ah, depois quero saber sobre o umbigo (um dos assuntos que mais me apavora aqui), sobre como foi o banho do Rafa nos primeiros dias, quantos dias voce ficou no hospital e se o seu marido podia ficar o dia todo e só ir embora a noite e todas as outras dicas que vc puder passar para uma mamae que daqui a pouco vai passar pela mesmo coisa. rs
    Beijos

    • Maira disse:

      @Liza: respeito sua opiniao, mas ressalto que um parto normal será sempre mais saudável para ambos e isso quem diz é a ciência e qualquer fonte confiável de infos sobre parto. Por isso é chamado “parto NORMAL”. Nao estou aqui pra julgar ninguém pelas suas escolhas, mas nao poderia deixar de informar através da minha experiência. Sobre os outros assuntos relacionados a maternidade aqui na Alemanha, deixa comigo! Em breve vem uma série de posts pra ajudar as mamaes por aqui. :-D Bjks!!!

  3. Haline disse:

    Além de todos os incômodos da cesárea, eu tive uma gripe antes do parto e muita tosse depois dele. Dá pra imaginar? Uma tortura!
    Bjos

  4. disse:

    Eu passei quase pela mesma coisa em 1998, só que não ganhei um presente como o Rafa, ganhei uma apendicite supurada que quase me matou…mas enfim…levei uns 20 pontos, no mesmo local do corte da cesárea… justamente por não saber o que era, e o apendice estar localizado no lugar errado. (só comigo essas coisas). E tb passei por tudo, de não poder rir…kkkkkk
    Mas que bom que vc já tá com seu filhote no colo, e curtindo muito….adoro ler seus textos!

    Beijinho

  5. Mary disse:

    Fiquei curiosa para saber se as maes usam cinta abdominal apos cesariana. Vc saberia dizer alguma coisa?
    Bjks!

  6. vera disse:

    OI MAIRA, LI COM ATENÇÃO E COMPAREI O TRATAMENTO AI COM O TRATAMENTO DAQUI. ACHEI ESTRANHO O TEMPO DE HOSPITALIZAÇÃO E A DEMORA NA RECUPERAÇÃO. AQUI APÓS CESÁREA A SOFRIDA MAMAE LEVANTA APÓS 12 HRS, JÁ SEM SONDA E TEM ALTA EM NO MÁXIMO 48 OU 72 HRS. A RECUPERAÇÃO TEM SEUS DESCONFORTOS MAS EM GERAL É TRANQUILA. FIZ 3 CESAREAS EM UM TEMPO DE POUCA TECNOLOGIA, NÃO TINHAMOS NEM ULTRASOM, MAS A OPÇÃO SEMPRE FOI GARANTIR A SAUDE DO BEBE, NENHUM DELES VIRIA AO MUNDO DE PARTO NORMAL. ACHO QUE O GRANDE LANCE É ACREDITAR NOS MÉDICOS E PENSAR SEMPRE NO MELHOR PARA O FILHOTE. ACHO TAMBÉM QUE INFELIZMENTE NO BRASIL O SISTEMA DE SAUDE DEIXA MUITO A DESEJAR, FALTA HUMANIZAÇÃO, ACOMPANHAMENTO E INFORMAÇÃO,FALTAM VAGAS EM HOSPITAIS, FALTAM PROFISSIONAIS E AS GESTANTES FICAM MEIO QUE À MERCE DA SORTE, POIS SÃO “DESPEJADAS” NO MENOR TEMPO POSSIVEL PARA DAR LUGAR A OUTRAS . A ISA MESMO NASCEU EM HOSPITAL PARTICULAR, BEM ACOMPANHADA, MAS SE TIVESSE PERMANECIDO MAIS TEMPO NO HOSPITAL TERIA SEUS PROBLEMAS DETECTADOS EM TEMPO TALVEZ DE NÃO TER AS SEQUELAS QUE TEM HOJE. POR ISSO ACHO LEGAL ESSA TROCA DE EXPERIENCIAS, PERMITE AUXILIAR, ESCLARECER ÀS FUTURAS MAMIS NUM PERIODO DE TANTAS EMOÇÕES. ACOMPANHO VOCES SEMPRE COM MUITO CARINHO, E FICO SUPER FELIZ POR ESTA FAMILIA LINDA> BJKS

    • Maira disse:

      @Vera: pois é, uma amiga brasileira me contou sobre isso e eu, sinceramente, acho um absurdo que logo após 12hs a paciente já receba alta após uma cirurgia tao séria em uma regiao que recebe tanta pressao do peso acima do corte. Nao sei exatamente qual é a justificativa para o tratamento mais “cauteloso” que é dado aqui na Alemanha, mas acredito que é muito melhor para a mulher ficar mais tempo deitada em repouso. Enfim, vou tentar me informar e talvez escreva sobre essa diferenca também. Obrigada por compartilhar! Bjks!!!

  7. Mi disse:

    adorei ter lido o relato de uma cesarea aqui na alemanha. antigamente eu falava que so queria cesarea….hj em dia acho o parto normal uma boa opcao. Mas continuo na duvida. Nao que eu duvide das vantagens de um parto normal, mas sim pela inseguranca…quero que meu bebe nao sofra e eu tenho mania de querer controlar tudo, o que realmente nao da pra fazer num normal. Por isso sempre preferi cesarea, mesmo sabendo dessa parte super trash depois…pelo menos o trash é comigo e nao com o nenem. =) sei la, se tudo der certo quero tentar um normal. Mas acho que vou deixar essa decisao pra mais tarde…tipo, na hora do parto ;) bjs!

    • Maira disse:

      @Mi: oi Mi… eu tb sou controladora, mas ali, naquele momento, você só é uma coisa: uma mulher que quer ver seu filho nascer com saúde. Sério! Tudo o mais se transforma em nada. Pode acreditar! Sobre o bebê sofrer e você sofrer durante o parto normal é um processo necessário para a preparacao dos dois. A diferenca é que algumas mulheres sofrem mais e outras praticamente nao sofrem. Tenho amigas que logo no primeiro filho já tiveram um parto natural em 3-4 horas. Uma delas, inclusive queria uma PDA, mas a coisa foi tao rápida que nem deu tempo. Enfim, vou sempre defender o parto normal (com ou sem PDA), mas respeito a escolha pela cesárea só pra manter as amigas… hahahaha… E outra, no parto normal vc só sofre durante, já na cesárea a missa é muito mais longa. :-D Bjinhos e em breve mato suas curiosidades! :-D Ah! Parabéns pelo filhote!!!

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